terça-feira, 11 de maio de 2010

Inocência de criança



Foi inocente, sem medo, com rapidez, no apego, do sorriso, no olhar. Foi assim ao te ver, te conhecer, te olhar, te tocar. Puro desejo, amor, paixão, com inocência de criança, vontade de um adulto. Entrei no breu achando que nada seria bom e você pôs luz onde se fazia escuro e tudo com um sorriso e um olhar. Sabe, juntos ao mesmo tempo, ao mesmo momento...ah que momento, marcante o encontro dos olhares. Adoraria reviver aquele instante, onde surgiu na calma dos gestos o amor que me infestou de alegrias e tristezas por longos e longos dias. Aaah amor, quantas saudades se pode contar do que passou, do que se fez bom? Aaah amor, quantos beijos, carinhos, poderíamos ter tido?
Tudo foi forte, repentino, mas se tornou duradouro e ecoou por tempos no meu ser, doido para querer te ver, saber como está e todos aqueles protocolos bobos que criam somente para chegar o momento de pedir um beijo, matar o desejo e reviver o meu amor inocente e quem sabe derrepente, com vontade de um adulto.

-Como vai você? / Eu preciso saber da sua vida ...



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