Eu nunca quis ouvir sua voz como ontem. Melhor, eu nunca quis ter você como ontem. Ver todos aproveitando seus momentos e eu aqui somente olhando o mar, pensando naqueles dias bons. Essa declaração de saudade, aquela mesma que você dizia sentir tanto, mesmo depois de dizer adeus. Sim, essa é para você, dona do meu desejo do meu corpo suando frio na necessidade de você para acalmá-lo, meu único remédio instantâneo nos dias de solidão e carência. Te quero, não nego essa vontade louca de te dominar pelos cabelos e mostrar que você é minha e de alguma forma sou seu, isso me intriga. É você que sabe mexer comigo do jeito que gosto, do jeito que quero, do jeito que sempre espero quando você está por perto. Vem e me mostra esse desejo todo que você tanto diz te infestar na madrugada, deitada na cama esperando mais um boa noite meu. Doce menina, me entrega mais um sorriso sem medo que prometo guardá-lo dentro da minha caixa chamada você, a dona do meu amor de criança, amor que derrama lágrimas como se seu único presente tivesse seu nome, seu sabor, seu cheiro.
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